Couro e uísque envelhecido na madeira. Um cheiro quente, seco, meio adega, meio jaqueta velha boa. Nada de cítrico, nada de fresh.
Quem espera o verde do Frescor da Mata vai estranhar: não é a mesma família de fragrância.
Forte na barra e no banheiro durante o banho, mais discreto na pele depois que seca. Isso é o normal de sabonete — o cheiro que fica no corpo é o rastro, não a mesma intensidade da barra.
A gente não dá número, e é proposital.
Pele oleosa segura fragrância diferente de pele seca. Calor de Manaus não é frio de Curitiba. Banho de cinco minutos não é banho de vinte. Qualquer hora que a gente cravasse aqui estaria errada pra metade das pessoas.
O cara não sente o próprio cheiro e quem está do lado sente. É esperado: seu nariz se acostuma com o que está na sua pele em poucos minutos. Pergunta pra alguém.
Abriu a barra, encostou o nariz e não tem cheiro nenhum. Isso não é variação de percepção, é lote.
Fala com a gente com o número do pedido em mãos.